Há quem confunda ruído com vida e movimento com sentido. Entre notificações, expectativas alheias e vínculos que exigem mais do que oferecem, a tranquilidade vai sendo tratada como luxo, quando talvez seja apenas consequência de escolhas silenciosas.

Em algum ponto, aprende-se que nem tudo que chama merece resposta, nem toda presença que ocupa preenche.

Talvez a paz não esteja em acrescentar, mas em saber o que, enfim, pode ser deixado para trás.

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